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(Português) Chore, ainda melhor se você implorar Novel Capítulo 32

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  Dias Felizes 

✧ Capítulo 32 ✧

 

*.·:·. .·:·. *

 

A Sra. Etman recebeu seus convidados com uma mesa repleta de pratos deliciosos e ricamente guarnecida com decorações requintadas. Leyla, assim como o Dr. Etman e Kyle, ficaram deslumbrados com a calorosa hospitalidade apresentada pela Senhora da Casa, algo acima de suas expectativas.

 

— Obrigada pelo convite, Sra. Etman.

 

Leyla fez uma saudação que ela havia ensaiado dezenas de vezes durante o dia e educadamente entregou o presente que ela havia preparado: um buquê de rosas e pêssegos em conserva embrulhados em um lindo pote de vidro.

 

— Obrigada.

 

A Sra. Etman aceitou o presente de bom grado. Quando um suspiro tomou conta dela, o rosto de Leyla se iluminou e os lábios de Kyle se contraíram como um sorriso. Os olhos da Sra. Etman ficaram gelados enquanto ela observava seu filho, mas ela habilmente fixou sua expressão como uma mãe cheia de ternura.

 

Dr. Etman aludiu que eles se casariam depois que o anúncio de matrícula da faculdade fosse divulgado. No entanto, como Kyle e Leyla foram inquestionavelmente aceitos, pode-se dizer que seu casamento foi oficialmente confirmado.

 

“Meu filho está junto com uma garota assim.”

 

A Sra. Etman apertou lentamente a mão debaixo da mesa. Ela estava desencantada, mas tinha parado de expressar sua desaprovação. Ela sabia claramente que tipo de pessoas seu filho e marido eram. Sua oposição intransigente só serviu para sair pela culatra no final.

 

— Coma muito, Leyla. — A expressão da Sra. Etman suavizou depois de respirar fundo. — Eu preparei especialmente a comida para o seu gosto. — Ela olhou para Leyla com um semblante mais agradável.

 

Leyla piscou os olhos surpresa e sorriu de volta para a Sra. Etman, embora ela sentisse estranhas fendas de fúria cintilando em seu lindo rosto.

 

“Cadela, você deve ter seduzido meu filho com aquela cara e aquele sorriso.”

 

A Sra. Etman rapidamente pegou um copo de água da mesa. Ela podia sentir o menor gotejamento de água gelada escorrendo pelo esôfago.

 

— Muito obrigada, senhora. — Covinhas apareceram nas bochechas de Leyla quando ela disse, expressando sua sincera gratidão.

 

Leyla era uma boa menina, uma menina muito legal.”

 

A Sra. Etman reconheceu esse fato. E foi por isso, acima de tudo, que ela nunca quis que Leyla se tornasse sua nora.

 

Provavelmente seria muito melhor se ela fosse uma criança problemática. Dessa forma, ela poderia odiá-la pelo motivo certo em vez de odiá-la porque ela era pobre. No mínimo, ela não teria vergonha de si mesma por ser uma mãe tão terrível.

 

Mas agora,

 

Ela odiava tudo sobre Leyla Lewellin.

 

Ela detestava tudo: sua bondade, seu brilho e seu empobrecimento.

 

— Leyla, você sabe? Dr. Lorentz, professor da Universidade Ratz, é biólogo de aves?

 

Dr. Etman mudou abruptamente de assunto depois de testemunhar a expressão desagradável de sua esposa.

 

— Uma vez que você entrar, certifique-se de fazer as aulas do Dr. Lorentz. Seria muito benéfico para você se você pudesse obter lições diretas de um especialista como ele.

 

— Querido, você está falando como se Leyla já tivesse entrado na faculdade.

 

A Sra. Etman, que vinha observando Leyla silenciosamente há algum tempo, reagiu com uma resposta inesperada. Dr. Etman e Kyle estavam de olho nela. Suas expressões estavam confusas.

 

— Não há como ela falhar, querida.

 

— Certo, mãe, não há como Leyla falhar.

 

Eles estavam prontos para debater com ela com expressões faciais e tom de fala idênticos. Tanto o marido quanto o filho eram como duas ervilhas na vagem sempre que prestavam atenção em Leyla.

 

A Sra. Etman foi obrigada a engolir as palavras que foram empurradas para sua garganta. — …..É verdade…… Leyla é uma garota tão inteligente. — Ela curvou os cantos de seus lábios para cima com leve coerção.

 

Sentada à sua frente, Leyla ficou um pouco envergonhada e levemente corada com o elogio.

 

Sempre que a história passada de Leyla em Lovita aparecia, Bill Remmer sempre mantinha os lábios fechados. Todos na mansão Arvis sabiam sobre Leyla: ela havia perdido os pais durante a noite e viajou para Berg depois de se mudar da casa de um parente para outra.

 

E Linda Etman detestava essa verdade de Leyla Lewellin acima de tudo. Uma criança sem parentes adequados para cuidar dela e alimentá-la. Uma criança que atravessou a fronteira e foi repetidamente expulsa. Ela estava à beira de ter calafrios sempre que pensava em quão ruim seria sua base para começar uma família.

 

“Ela não estaria recebendo algo muito grande?”

 

Mesmo que Leyla viesse de uma família abastada comum, ela ainda impediria aquela garota de ficar junto com seu filho. Linda Etman acreditava: uma garota que cresceu sem uma boa formação não se tornará uma excelente esposa. Além disso, ver uma garota ‘escas’ como ela que estava tão ansiosa para estudar na faculdade, era muito cansativo de se ver.

 

Apesar de seus poucos meios, observar como Leyla tinha ambições elevadas que estavam fora de seu alcance e considerar suas circunstâncias ruins levaram Linda Etman a rotulá-la como uma pessoa gananciosa. Ela pensou com certeza: Kyle nunca seria capaz de viver feliz se tal criança se tornasse sua esposa.

 

“É por isso que tenho que pará-lo.”

 

A Sra. Etman apertou o braço debaixo da mesa.

 

Ela tinha que parar este casamento por todos os meios possíveis.

 

*.·:·..·:·.*

 

A nota de aceitação de Leyla Lewellin para a universidade chegou pelo correio do mesmo carteiro que havia entregado a pequena Leyla a Arvis no passado.

 

Bill Remmer, que recebeu a carta enquanto Leyla estava na floresta, ficou parado por um longo tempo.

 

— Senhor. Remer?

 

O carteiro olhou para ele com uma cara preocupada depois que Bill não deu uma resposta depois que ele deu seus parabéns. Sua expressão que estava despreocupada um momento atrás, de repente se tornou um carmesim brilhante.

 

— Você está bem, Sr. Remmer?

 

— …Bem, não há nada para se preocupar. — Bill esfregou os olhos com a mão áspera. — Eu só estava pensando por um momento.

 

Ele levantou a voz enquanto falava. Seus olhos brilharam. O carteiro, que sabia que o jardineiro de Arvis era “O brusco de centro mole”, assentiu baixinho, fingindo não notar uma lágrima que se formava no canto de seus olhos.

 

— De qualquer forma, parabéns. Estou muito feliz em saber que Leyla vai ser aluna da melhor universidade do Império.

 

Depois de parabenizar Bill pela segunda vez, o carteiro saiu do chalé.

 

Bill deslizou de volta para dentro segurando a carta de aceitação e sentou-se em sua cadeira. Ele releu a carta muitas vezes e acariciou suavemente a carta digitando com os dedos. Depois de respirar fundo, seu rosto aos poucos voltou ao normal, que estava ficando mais vermelho de compaixão. Foi quando Leyla voltou.

 

— Tio!

 

Leyla acenou com os braços no ar enquanto corria quando viu Bill sentado na cadeira. Sua velha bolsa de couro que estava pendurada no ombro balançava levemente no ritmo de seus passos correndo.

 

“Aquela maldita bolsa.”

 

Bill gargalhou enquanto sibilava fracamente. Era sua bolsa de ferramentas que ele havia dado a ela quando ela chegou a Arvis durante o verão. Leyla tinha algumas bolsas melhores do que aquela, mas ainda assim, ela confiava naquela bolsa velha e surrada toda vez que saía para passear na floresta.

 

— Quando você vai jogar fora esse saco de lixo?

 

Bill começou a perguntar a Leyla, que estava sentada ao lado dele.

 

— Jogá-la? — Ela perguntou. — Por que?! Ainda é utilizável.

 

— Agora, por favor, jogue esse saco no lixo! Essa coisa nojenta pode lhe trazer azar!

 

— Vou usar um pouco mais. — Leyla riu baixinho enquanto seu dedo brincava com a alça da bolsa de couro esfarrapada. — Estou me sentindo um pouco vazio sem ele.

 

Bem, eu sei que parece coisa de tolo. Mas….

 

Ela murmurou. Sem dizer uma palavra, Bill calmamente estendeu a carta na frente de seus olhos.

 

— Tio, o que é isso?

 

— Você saberá quando ler.

 

Leyla piscou para a carta com seus olhos arregalados. Bill pensou que ela iria explodir em aplausos de alegria, mas o rosto de Leyla ficou mais composto enquanto ela continuava lendo a carta de aceitação.

 

— …Leyla?

 

Bill falou primeiro, e ele o fez com alguma apreensão depois de ver a reação excessivamente silenciosa dela. Só então Leyla levantou a cabeça e se virou para ele. Um leve sorriso apareceu em seus lábios.

 

“Seria bom se você fosse alegre como uma garotinha em um momento como este.”

 

Bill coçou a nuca com a inclinação silenciosa dela, que era madura o suficiente para fazê-lo se sentir desconfortável. Leyla sorriu momentaneamente para ele, que ficou parado por um breve momento.

 

De repente, ela o abraçou com força.

 

— Ei, está apertado!

 

Em desacordo com suas palavras espinhosas, Bill lhe deu um tapinha nas costas.

 

— Obrigada. — Leyla levantou a cabeça e sussurrou em um tom abafado. — Muito obrigada, tio.

 

Com cada olhar que ele deu a ela, os olhos de Leyla se encheram de lágrimas e seus lábios derreteram em um largo sorriso.

 

— É tudo graças a você.

 

— Você está dizendo bobagem. — Bill engoliu em seco e começou a contar mentalmente. Ele refletiu sobre as tarefas que precisava fazer uma a uma antes do pôr do sol, mas o calor em seus olhos não mostrava sinais de diminuir.

 

Agora Bill tinha certeza: “Esta criancinha deve ter trazido sua bolsa de lágrimas de Lovita.”

 

— Você foi a única que estudou muito e obteve uma nota de aprovação no exame. O que eu fiz, hein?

 

— Não. Não, tio. — Leyla balançou a cabeça e estendeu a mão para pegar a mão de Bill na dela. Suas pequenas mãos tiveram dificuldade em segurar as dele.

 

— E-eu…

 

Ela gaguejou. A mão que ela estava segurando fluiu uma sensação de calor que era semelhante à mornidão que ela sentiu depois de tomar um gole de vodka.

 

— Tio, se não fosse por você, eu teria sido…

 

Neste dia feliz, Leyla parecia prestes a chorar. Bill não gostou disso, e ele temia mais a visão de seu rosto soluçando. Ele não queria testemunhar as lágrimas de Leyla, mesmo que fossem lágrimas de felicidade.

 

Sua afeição por essa criança era muito maior além de todo o amor e cuidado que ele havia dedicado às flores e árvores que havia plantado ao longo de sua vida. Bill ficou perplexo sabendo que ele estimava essa criança mais do que suas preciosas flores e árvores.

 

Aconteceu naturalmente antes que ele percebesse e ele ficou mais do que feliz em aceitar esse fato.

 

— Vamos juntos para a Capital no próximo fim de semana? — perguntou Bill em um tom alegre depois de tossir um pouco para acalmar suas emoções.

 

— Nós dois? — As pupilas de Leyla dilataram. — Indo para o Ratz? — isso a deixou perplexa.

 

— Eu tenho que pagar sua taxa de matrícula desde que você foi aceita na faculdade. Além disso, ainda não te levei a nenhum lugar, então vamos passear pela capital.

 

— Sério? — O rosto manchado de lágrimas de Leyla brilhou com entusiasmo. — Tio, você está falando sério? Vamos sair de férias juntos?

 

— Que férias? — Ele brincou. — Eu só vou pagar sua mensalidade.

 

— Ah, seja o que for. O que importa é que vamos juntos.

 

Um tom de arrependimento permaneceu em seus olhos quando ele olhou para Leyla, que estava tão feliz no momento.

 

Ele queria levá-la para passear em um lugar próximo, mostrar-lhe algo interessante e comprar algo delicioso para comer.

 

“Mas por que?”

 

Bill se questionou, lamentando. Por que todos esses pensamentos lhe ocorreram apenas agora? Como no dia em que ele teria que deixá-la ir, seus braços se aproximaram?

 

— Isso é muito dinheiro, mesmo que vocês dois vão se casar, ainda estou preocupado em deixá-la ir sozinha com Kyle carregando tanto dinheiro, então não posso evitar, mas…

 

O balbuciante Bill finalmente soltou uma gargalhada. Leyla se jogou mais uma vez em seu abraço.

 

— Olha, Leyla. — Bill deu-lhe um sorriso encantador. — Estou certo? —  Ele gentilmente penteou o cabelo dela com os dedos. — Você não disse que seria uma boa adulta?

 

No final, ele não conseguiu colocar em palavras, e Bill também não sabia o que dizer, então ele apenas acariciou a cabeça de Leyla de novo, de novo e de novo.

 

Bill Remmer precisava contar mais do que nunca para manter sua cara feia de choro em espera.

 

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Tradução: Eris

Revisão: Eris 

 

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